Feliz dia das mães, pai...
Com a proximidade do dia das mães vou me permitir um comentário, apesar de saber que poderei ser mal interpretado.
Muito se fala sobre o “amor de mãe” e quase nada sobre o “amor de pai”. Uma das frases mais hipócritas que já inventaram é “ser mãe é padecer no paraíso” e isso está gravado no inconsciente coletivo. É uma praga.
O amor é uma energia sublime, no entanto, mesmo tendo sido um pai-mãe para meus dois filhos, sempre recebi muita crítica, como que se isso fosse interpretado pelo inconsciente da sociedade como “cuidado, este pai está tentando ser mãe”.
Não estou com isso desejando criar uma espécie de comparação entre os “amores” o que seria uma imbecilidade, no entanto, ao aproximar-se o dia das mães vemos exaltarem-se por todos os cantos esta imagem quase imaculada, que me gera um desconforto. Por que? Ora, para a maioria dos homens o “padecimento delas no paraíso” sempre foi cômodo, pois enquanto as mães padeciam no paraíso, eles padeciam assistindo o jogo do timão com os amigos, etc... Agora, porque tornou-se comum ouvir uma mulher dizer que não há amor maior do que o de “uma mãe por um filho” e não se considera o mesmo, se for dito por um homem?
Um homem que diz para uma mulher esta afirmação é tomado por ela como um “péssimo partido” como companheiro...
Poderíamos falar por horas sobre esta temática, mas não dá. Melhor será descermos de nossos pedestais, não somos virgens imaculadas tão pouco, mestres crucificados. Um homem nunca será capaz de entender a experiência da gestação, muito menos ainda a concepção, porém, cabe às mulheres fazerem uma reflexão profunda nesta data e aos homens, assumirem-se de verdade deixando de lado a irresponsabilidade fútil, a qual lhes incentivaram a título de masculinidade.
Feliz dia das mães... pais.
Muito se fala sobre o “amor de mãe” e quase nada sobre o “amor de pai”. Uma das frases mais hipócritas que já inventaram é “ser mãe é padecer no paraíso” e isso está gravado no inconsciente coletivo. É uma praga.
O amor é uma energia sublime, no entanto, mesmo tendo sido um pai-mãe para meus dois filhos, sempre recebi muita crítica, como que se isso fosse interpretado pelo inconsciente da sociedade como “cuidado, este pai está tentando ser mãe”.
Não estou com isso desejando criar uma espécie de comparação entre os “amores” o que seria uma imbecilidade, no entanto, ao aproximar-se o dia das mães vemos exaltarem-se por todos os cantos esta imagem quase imaculada, que me gera um desconforto. Por que? Ora, para a maioria dos homens o “padecimento delas no paraíso” sempre foi cômodo, pois enquanto as mães padeciam no paraíso, eles padeciam assistindo o jogo do timão com os amigos, etc... Agora, porque tornou-se comum ouvir uma mulher dizer que não há amor maior do que o de “uma mãe por um filho” e não se considera o mesmo, se for dito por um homem?
Um homem que diz para uma mulher esta afirmação é tomado por ela como um “péssimo partido” como companheiro...
Poderíamos falar por horas sobre esta temática, mas não dá. Melhor será descermos de nossos pedestais, não somos virgens imaculadas tão pouco, mestres crucificados. Um homem nunca será capaz de entender a experiência da gestação, muito menos ainda a concepção, porém, cabe às mulheres fazerem uma reflexão profunda nesta data e aos homens, assumirem-se de verdade deixando de lado a irresponsabilidade fútil, a qual lhes incentivaram a título de masculinidade.
Feliz dia das mães... pais.

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